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Blog dedicado aos animais. Aqui você encontrará anúncios de animais para adoção, informações, notícias... ATENÇÃO Aproximadamente, seis milhões de animais por ano são entregue a abrigos. Por isso, ao adquirir um animal, tenha conhecimento de todas as conseqüências. Não aja por impulso. Ter um animal de estimação é assumir um longo relacionamento. - Não se esqueça: um animal tem um tempo médio de vida de 12 anos. - Verifique se todos os moradores da casa estão de acordo em adquirir um animal. - Há gastos para criar um animal de estimação: ração, veterinário, banho e tosa, vacinas, vermífugos, materiais (caminhas, cobertas, vasilhas, coleiras, etc), anti-pulgas, entre outros. Verifique seu orçamento antes de adquirir um bichinho. - O animal existirá também durante as férias e feriados prolongados. Certifique-se de que terá como cuidar do animal nessas épocas. - Ao se apaixonar por um filhote, lembre-se que ele crescerá. - Tenha informações sobre as características e necessidades do animal escolhido (tamanho, perfil, espaço necessário, exercícios, etc.). - Cuide da saúde psicológica do animal. Dê carinho e atenção. Nunca agrida o animal! - Será necessário um tempo diário para "gastar" com o animal. Qualquer dúvida que exista sobre adquirir o animal, não o faça. Pense, reflita e tome uma decisão consciente. “A compaixão em relação aos animais é tão intimamente ligada à bondade que se pode em verdade dizer que ninguém é verdadeiramente bom se for cruel com os animais. A compaixão em relação aos animais vem da mesma fonte que a compaixão em relação às pessoas.” Arthur Schopenhauer |

.: Créditos :.
Os animais abaixo estão para adoção através da ONG Anima Animal, em exposição na Cobasi-brooklin. Todos estão castrados e vacinados.
Contatos: Conceição - 9893-9991, Sandra 9876-8953.
Se quiser esclarecer alguma dúvida, deixe um comentário.
Zequinha: SRD, macho, 1 ano, procedência CCZ. É tímido, dócil e tranqüilo.
Abreuzinho: SRD, macho, 1 ano, procedência CCZ. É calmo, tranqüilo e amigo. Muito fofo.
Nina: SRD, fêmea, 10 meses, procedência CCZ. Linda, carinhosa, adora um colo e companhia.
Pelé: SRD, macho, 1 ano, procedência CCZ. Carinhoso, companheiro, gosta de colo.
Filhotes: 3 pretinhos SRD, sendo 1 fêmea e 2 machos, 1 siamês fêmea. Todos com 2 meses. Daqueles que dá vontade de apertar...
Fernando: SRD, macho, 1 ano. Abandonado pelo dono no CCZ. Carinhoso, companheiro, adora colo, muito meigo.
Lili: siamesa, fêmea, 1 ano. Super-ativa, carinhosa, gosta de brincar de morder, temperamental.
Gabi: SRD, fêmea, 1 ano, procedência - rua. Amiga, dócil, um pouco medrosa (nada que carinho não melhore). Lindos olhos verdes.
Pacífico: siamês, macho, 10 meses, procedência CCZ. Tranqüilo, adora companhia. Olhos azuis encantadores!
Billy: SRD, macho, 1 ano, porte pequeno, procedência CCZ. Alegre, brincalhão, companheiro, super meigo. Tem cara de tadinho, dá vontade de apertar.
Toby: mestiço de poodle, macho, 11 meses, porte pequeno, procedência CCZ. Bonzinho, carinhoso, amigo.
Sou uma cachorrinha adulta, de porte pequeno (tamanho de um cocker), SRD, castrada. Sou doce e mansa.
Minha dona se mudou e me deixou na rua. As pessoas do bairro me dão comida e cuidam de mim.
Hoje passei um baita susto. A carrocinha me pegou. Fiquei com muito medo. Ainda bem que uma tia me salvou e não deixou que me levassem. Agora estou na casa dela, mas só poderei ficar por dez dias.
Gostou de mim, ou se sabe de alguém que gostaria? Envia um e-mail para minha tia (andreaat@uol.com.br).
Se você tiver em São Paulo ou nas proximidades, minha tia me leva até sua casa.
1ª semana - Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!
1 mês - Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!
2 meses - Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana " cuide tão bem de mim como ela o fez.
4 meses - Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como "irmãozinhos". Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.
5 meses - Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.
8 meses - Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço.
12 meses - Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!
13 meses - Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.
15 meses - Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue...
16 meses - Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia!
Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!" lati...se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas forcas.
Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.
17 meses - Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minh'alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém! Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."
18 meses - Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.
19 meses - Parece mentira. Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me num pequena sombra.
20 meses - Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me.
Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho.
Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo...
Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto". Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram", dizia... junto com ela estava um senhor de avental branco.
Começou a tocar-me e disse: "Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio". É melhor que pare de sofrer". A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou.
Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria...